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Edição 12

Edição 14

Nesse mar de opções que o mundo do streaming oferece, estou agora mergulhada na vida dos Beckham. Estou impactada com a história dessa dupla que apesar dos pesares, me parece bastante equilibrada em termos de fama, poder, dinheiro e porque não dizer, amor e cumplicidade. A série está na Netflix, não são muitos capítulos e eu fui pega logo no início, com cenas do casal, David e Victoria, hoje em dia, meio que um  cutucando o outro em uma cumplicidade absoluta, ao que parece desde que começaram a namorar. Engraçado: o amor sempre me pega. E espero que continue pegando. 

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Silêncio, estamos sonhando / Meu acervo

Um sonho!

Quem é louco por pets com certeza vai me entender: uma recente pesquisa da Harvard Medical School sugere que os cachorros sonham com suas experiências diárias, o que pode incluir, claro, o relacionamento com seus donos. Nessa teoria, proposta por psicólogos e evolucionistas e comandada pela Dra. Deirdre Barrett, os cães evocam experiências visuais relacionadas a tudo o que os cativam e as pessoas com quem eles têm conexões emocionais. E como tudo acontece? Assim como a gente, o cachorro atravessa diferentes fases do sono, incluindo o profundo e o REM (Movimento Rápido dos Olhos), e seria nesta etapa que os sonhos aconteceriam. O estudo fala ainda que o cão também deixa de sonhar por meio de um mecanismo que inibe o sonho, o mesmo que acontece com os humanos, mas que há ocasiões em que este mecanismo falha e seria aí justamente que nossos pets sonhariam com a gente. Au au!

Natureza viva

Depois do mercadinho sustentável de Stella McCartney apresentar roupas feitas de algas, maçãs e garrafas plásticas durante a semana de moda de Paris, descobri outras marcas sustentáveis tão inovadoras – e curiosas – quanto. Uma, por exemplo, que lançou uma camiseta feita com pó de algas marinhas e madeira, tratada com óleo de hortelã-pimenta. A tecnologia foi chamada de C-Fiber. Já uma outra, a HyperNatural, produz um tecido com casca de caranguejo e a pedra jade – segundo a marca, a jade refresca a pele e o caranguejo combate o odor corporal. Tem outra feita de lã de merino que vem com uma etiqueta que, além de informar que “você está comprando uma peça com pegada de carbono negativa, alcançada por meio da agricultura regenerativa e energia solar”, conecta o consumidor com a ovelha que forneceu a lã. Agora resta saber se um dia toda essa tecnologia vai se popularizar, já que o preço de cada peça é bastante salgado: começa em £110

Atenção: sua próxima camiseta vem do fundo do mar / Reprodução
Saúde é o que interessa, o resto não tem pressa   |  Ilustração: Maria Eugênia
Nu com a mão no bolso | Reprodução

Vide Bula

Contei por aqui na semana passada sobre a “banana bag”, o tratamento intravenoso que muita gente anda fazendo para dar um up em praticamente tudo, desde se recuperar de um resfriado a deixar o cabelo mais bonito. Mas tem uma outra moda que tem feito barulho chamada de “Adrenal Cocktails”. Nada mais é do que uma bebida que pode levar água de coco, suco de laranja ou limão, leite de coco, gengibre e outros ingredientes ricos em potássio. Segundo os criadores, o drink, se tomado todo dia, diminuiria o estresse, o cansaço e a ansiedade, além de prometer colocar o indivíduo no eixo, por mexer com as glândulas suprarrenais, que produzem hormônios como adrenalina e cortisol. Se é bom ou não, eu não sei, só sei que médicos falam que embora os ingredientes sejam benéficos, não há nenhuma evidência de que a bebida seja necessária, e nem que esses nutrientes, na verdade, vão ser devidamente absorvidos pelo organismo. Bom abrir o olho.

Comentário que vale milhões | Adobe Stock / Reprodução

Olho vivo

Mais uma polêmica com o famoso Ozempic, essa injeção que está ajudando meio mundo a emagrecer. Desta vez envolve a apresentadora Oprah Winfrey e a WeightWatchers International, criadora do programa Vigilantes do Peso nos Estados Unidos. Oprah, que chegou a perder 40 quilos com a ajuda da organização, declarou ao The Wall Street Journal que acredita que os medicamentos prescritos hoje em dia para perda de peso são “uma opção importante e viável” para pessoas que lutam com o peso, em busca de mais saúde, o que fez com que as ações da WeightWatchers saltassem 11% na ocasião. Isso tudo depois de uma grande baixa e perda de participantes após a companhia legitimar no início do ano que Ozempic era uma ferramenta para a dieta. O número de assinantes teria caído de 5 milhões para 3,9 milhões. Bom lembrar que Oprah é sócia e membro do conselho da WW International, controladora da marca.

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3 perguntas para Rodrigo Bressan

médico psiquiatra, professor da Escola Paulista de Medicina (UNIFESP) e do King’s College London, e presidente do Instituto Ame Sua Mente

Como fazer para lidar com as notícias ruins que estamos recebendo diariamente?
A gente sempre vai ter que conviver com notícias ruins. O que temos que pensar é no impacto que elas provocam na gente. Se as notícias ruins estiverem entrando na sua cabeça e atrapalhando o seu funcionamento, é preciso tentar ter em mente que problemas sempre existem e eles só mudam de características. Não estenda o tempo que você dedica à notícia. Veja como a informação repercute em você e volte à atividade normal. Coloque as coisas em perspectiva. É difícil? É sim. Mas sempre aconteceram mudanças climáticas e guerras. Se você encara isso com perspectiva, você acompanha com distanciamento.
As notícias estão hoje na palma da nossa mão. Como usar as mídias sociais para o bem da nossa saúde mental?

A mídia social com certeza tem efeitos danosos. A comparação, a positividade tóxica de que está todo mundo feliz quando você não está, as notícias ou fakenews que deixam a gente ainda mais angustiado ou preocupado: como ter benefício? Tenha conexões saudáveis com pessoas que goste ou que sejam interessantes e que agreguem: existem perfis que ensinam estratégias de saúde mental, como ter um bom sono, como fazer uma atividade física. Tudo isso pode sim ajudar a ter uma boa saúde mental – e nas redes.

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Corpo e mente todo mundo tem. E todo mundo quer fazer atividade física, mas e a mente? A questão é que ela é vista como algo imponderável, a gente não sabe muito bem o que fazer para estar bem. Digo que é preciso ver as facilidades e dificuldades para lidar com o mundo. Facilidades é perceber, por exemplo, a estabilidade que você precisa, como você convive com o outro, e a dificuldade é a timidez, é saber quando temos raiva. Precisamos estar atentos e perceber como nós funcionamos. Os cuidados são diários, passam pela alimentação, atividade física, sono e boas relações, manejo de conflitos emocionais, relações familiares. Nem sempre é possível, mas é preciso ter o cuidado ativamente. E eventualmente o uso de terapia e de um médico para cuidar de um possível transtorno mental.

Nesta Semana Eu...

 Estive pela primeira vez em São José do Rio Preto para um talk sobre estilo, comportamento e moda no shopping Iguatemi de lá: amei as pessoas e a cidade - a vida no interior é outra coisa

 Ouvi falar que Dandara Ferreira, uma das diretoras do filme Meu Nome é Gal, foi vista em Brasília no show dos Titãs com o senador Humberto da Costa, seu namorado

 Acompanhei pelas redes sociais que a turma das artes se concentrou em Paris para a Art Basel e também para a abertura da Mendes Wood DM, na Place des Vosges

 Fiquei de olho na coleção da marca britânica Wales Bonner, mega diferentona, criada por uma inglesa, é claro

 Escrevi para o UOL uma coluna sobre o filme de Ângela Diniz relembrando um pouco as histórias ouvidas e vividas por mim em torno desse tema - repercutiu bastante

 Encontrei Daniel Gorin, manda-chuva do hotel Arpoador, na livraria da Travessa do Rio - ele estava superelegante com um pulôver da Egrey, de Dudu Toldi

 Sonhei acordada com o carneiro de François-Xavier Lalanne que eu vi à venda em algum leilão: amo os objetos dele

 Percebi que até Angelina Jolie, que está filmando a vida de Maria Callas em Paris, aderiu as flats no lugar dos stilettos que ela sempre usou

 Quero me programar para assistir ao documentário "Marinheiro das Montanhas", de Karim Ainouz - sobre a busca pela terra de seu pai na Argélia. Minha irmã Suzy viu e amou

 Passei o feriado no Rio, amei o restaurante Ocyá, de frutos do mar, recomendação de minha amiga Joana Dale, visitei a mostra do funk no Museu de Arte do Rio e fiquei muito bem impressionada

 Acompanhei a estreia de Madonna em Londres, que mulher incrível é essa?

 Soube que no fim de semana passado a Casa de Arquitetura na cidade do Porto, em Portugal, teve recorde de visitantes para a mostra de Paulo Mendes da Rocha 

 Visitei pela primeira vez a Casa Higienópolis onde Maria Helena Pessoa de Queiroz montou a Casa de Curiosidades de Alice, para vender seus planners: tinha biblioteca, o bar Caracol, restaurante comandado por Renata Vanzetto e tantas coisas mais, mas só por cinco dias -o décor mágico era de Paulo Azevedo

 Li em algum lugar que Carine Roitfeld, uma das mulheres mais incríveis do mundo na minha opinião, não gosta de usar bolsas: ela acha que estraga o look

 Descobri que Roma uma das cidades que eu mais amo no mundo, ganhou vários hotéis maravilhosos como o Rome Edition, o Six Senses, o Bulgari e outros mais

 Ouvi comentários que os grandes consumidores do mercado de luxo internacional estão mais cautelosos, depois de um boom de três anos (durante a pandemia esse mercado cresceu muito, com as pessoas presas em casa e comprando mesmo à distância)

 Não consegui ir no lançamento do Ensaio Sutil, um calendário de 2024 sobre a Bahia, que aconteceu na Livraria da Travessa do Iguatemi

 Compartilhei com meu amigo Gilson Rodrigues o sucesso da Carreta da Mamografia, um mutirão de diagnóstico de câncer de mama em Paraisópolis: serão 600 mulheres que farão o exame até 31 de outubro, no Pavilhão do G10 Favelas

 Vi no Iguatemi Talks a campanha que Livia Nunes Marques criou para a Lacoste e fiquei muito impactada com o talento dela

 Acompanhei angustiada as notícias vindas da guerra no Oriente Médio entre Israel e o Hamas: como a vida da gente vira cinza chumbo nesses tempos de tanta polarização e mortes

 Fiquei encantada com a nova música de Maria Luiza Jobim em parceria com Julio Secchin, daquelas que a gente fica na cabeça: linda.

Uma questão de identidade

Construir uma marca forte não é brincadeira. É preciso muito trabalho e seriedade para conseguir, ao longo dos anos, ser lembrada pelas pessoas. Eu senti isso na pele durante toda a minha trajetória como jornalista. Agora, imagine para uma empresa como é ainda mais desafiador trilhar o caminho de crescimento. Requer muita determinação, disciplina e, principalmente, humildade. E é assim, com esses valores, que a JBS  passou de um pequeno açougue em Goiás a uma das maiores empresas de alimentos do mundo, presente na vida de milhões de pessoas em 190 países. Hoje quando a gente vê a marca JBS, a gente sabe que ali existe qualidade e compromisso. E a partir deste ano, que celebra os 70 anos da companhia, saem as letras vermelhas que a gente tanto conhece e entram novas cores, o azul e o verde, e detalhes que têm como objetivo mostrar a evolução e o investimento em inova&cced il;ão da JBS. “Decidimos que as cores representariam nosso compromisso com nossa cultura e valores, nossa responsabilidade social e ambiental e a eterna busca por excelência em tudo o que fazemos”, conta Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS. Foram três anos de estudos para se poder ver essa mudança hoje. E cada detalhe tem um significado: os parênteses, por exemplo, representam mãos, proteção e carinho entre empresa, clientes e consumidores. A modernização da marca quando a JBS celebra 70 anos de vida.