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Edição 2

Edição 2

Tem moda-cabeça, tem a mais quente das cores, a nova onda em termos de treino e um assunto bem delicado -a morte

Antes de qualquer coisa eu queria agradecer a todos vocês que receberam, leram e se manifestaram em relação à primeira newsletter. Confesso que fiquei muito feliz e acho que o caminho é por aí. Claro que pretendo ir melhorando, lapidando, escolhendo as melhores informações, as novidades que valem a pena e trazendo aqui pra vocês. Pretendo compartilhar o que eu tenho de melhor pra dar. Obrigada pela parceria!

Eu voltei

O mês de setembro está chegando e para a turma ligada em moda de verdade, o momento será muito especial. Eu explico: é justamente no mês que vem que será lançada oficialmente a nova marca de Phoebe Philo, a ex-diretora criativa da Celine durante 10 anos, que além de ter levantado a marca que estava bem esquecida, conquistou seguidoras leais ao seu estilo minimalista, moderno e superchique. A primeira coleção dessa nova fase terá 150 peças, que estarão à venda apenas on-line na Inglaterra, Europa em geral e Estados Unidos. Já dá para se cadastrar em um site para receber informações em primeira mão no dia da estreia ou mesmo seguir seu perfil no Instagram – que apesar de nenhuma imagem postada, já tem milhares de seguidores. Em junho de 2021, Phoebe afirmou que a marca seria lançada de forma independente, mas o conglomerado de luxo LVMH, de Bernard Arnault, já entrou como apoiador, claro. Na época de Phoebe Philo, a Celine era minha marca preferida e guardo – e uso – as peças que tenho desse período como itens de colecionador.

Hot

Eu amo acompanhar a escolha da cor do ano. Gosto de saber que existe um tom para cada época, cada momento. O deste ano, pelo menos na decoração, é o tomate. O que eu mais gosto é que não é nem vermelho nem alaranjado: é tomate, couve tomate. Achei chique essa escolha. Esse tom iluminou espaços neutros e tornou-se o destaque obrigatório de salas, quartos e cozinhas que a gente vê pelas revistas de decoração internacionais. O tom já estava tendo seu momento nas passarelas, nas ruas e também no Tik Tok, com a trend “Tomato Girl Summer” – o termo já tem 35 milhões de views na rede social. Agora, são móveis, paredes, objetos dando um up nos ambientes. Estão também cerâmicas, papéis de paredes, cortinas. Para quem quiser se arriscar, que tal começar com uma almofada?

Muque

Está cada vez mais forte a nova onda de exercícios físicos que invadiu as academias por aí: aulas de kickboxing, super animadas, realizadas em grupo com música alta e em frente ao espelho. Depois do Spinning, do Bootcamp, do CrossFit e do HIIT, agora tem academia especializada apenas nesse tipo de aulas, que misturam muita luta e ginástica funcional. Tem salas lotando todas as manhãs nos espaços mais top da cidade – até aos domingos. E a turma que frequenta já tem até nome: eles se auto intitulam “os jabers” – em referência ao “jab”, o mais conhecido golpe do boxe.

Ventilação

Os vestidos nus – ou quase isso –, que já são tendência nas passarelas e nos tapetes vermelhos e nas festas mais descoladas há muito tempo, parecem que tomaram conta agora é dos altares. Sim: dos altares! Há uma lista de incontáveis noivas – as mais ousadas, claro –, que andam misturando os cenários das tradicionais festas de casamento com looks bem mais modernosos, cheios de transparências, fendas e lingeries à mostra. Entre elas, várias descoladas internacionais como Tish Weinstock, Ivy Getty e Camille Charrière. Vale lembrar que a modelo Isabeli Fontana já havia lançado essa moda por aqui lá em 2016…

Razão e sensibilidade

Sim, esse é um assunto muito delicado mas necessário: temos que falar sobre morte. Temos que falar sobre luto. Esse enigma universal nos confronta com uma complexa teia de emoções e questionamentos. Não é fácil tocar nesse tema, nem gostoso, mas sim, é preciso. A pandemia agravou tudo e virou uma jornada íntima e dolorosa, que se tornou uma realidade compartilhada globalmente. Nos últimos tempos, vários autores têm tratado disso, como Margareta Magnusson, artista plástica sueca e seu livro “O que deixamos para trás: A arte sueca do minimalismo e do desapego”, lançado aqui no Brasil pela editora Intrínseca. Esse livro me foi indicado pelo meu grande amigo, o diretor Alberto Renault. O outro, mais do que necessário, é uma obra de arte, sensível e necessária, escrita por Ana Claudia Quintana Arantes: “A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver”. Já entrevistei Ana Claudia algumas vezes, já me consultei com ela e garanto: tudo é muito profundo, sublime. O primeiro livro, de Margareta, nos convida a refletir sobre a vida e a nos preparar para a morte, organizando sentimentos e bens. Já o segundo, de Ana Claudia, fala de medicina paliativa, sua especialidade, e da dignidade ao encarar o fim da vida. É lindo. Ana Claudia, que é médica geriatra e trabalha no hospital Albert Einstein em São Paulo e tem projetos lindos em algumas comunidades do Rio, é especialista tanto em cuidados paliativos quanto em suporte ao luto. Ela foi consultora para as cenas que antecederam a morte da personagem de Claudia Ohana na novela “Vai na Fé”, considerada um dos grandes momentos da TV brasileira nos últimos tempos.

Vento a favor

A paulistana Nanda Cunha vive uma daquelas histórias que são gostosas de contar. Ela é sócia da Pade.d, uma das marcas de roupas mais charmosas da cidade, e encontrou seu novo lugar no mundo – ou melhor, no mar –, com o kitesurf. Desde 2021, Nanda vive atrás de ventos perfeitos para praticar a paixão que descobriu por acaso e que ela consegue conciliar com sua rotina de trabalho e com a família. E agora, ela trata de compartilhar suas novas descobertas no mapa-mundi – Tatajuba, ao lado do Preá, no Ceará, e Los Roques, na Venezuela – e não esconde que já está se tornando uma “influencer” nessa área. Influenciadora de kitesurf? Isso mesmo: “Todo mundo me pergunta onde estão as melhores praias, como chegar lá, onde se hospedar. E o melhor: sinto que não sou uma atleta inatingível, sabe? Não tenho 20 anos. Então as pe ssoas se identificam”. Dessa nova aventura, nasceu, com outra adepta do kite, Amanda Senna, a Ye Ye Waterwear: roupas feitas com a sucata das pipas dos kites, como maiôs, mochilas, jaquetas e bolsas de praia.

Nesta Semana Eu...

 Fiquei pensando em destinos de sonho para uma próxima viagem e pensei nas Dolomitas

 Fui no Borgo Mooca, restaurante de modernos em Santa Cecília, e gostei de uma entrada com abóbora e camarão

 Voltei à minha rotina de treinos com aulas de HIIT, Muay Thai e kickboxing, ioga e funk: que delícia, como eu sinto falta quando eu viajo

 Estou sonhando acordada com as cerejeiras que estão florescendo pela cidade aqui em SP

 Fiquei encantada com a dobradinha Natália Timerman e Ana Elisa Egreja no livro "As pequenas chances", da Editora Todavia

 Organizei um fondue chinoise na casa da minha mãe e deu supercerto: nessa receita, a gente usa carne em forma de carpaccio, caldo com cogumelos, broto de feijão em vez de óleo para fritar, um molho especial com cebolinha e pepino em conserva, shoyu e uma geleia de frutas vermelhas

 Participei do lançamento da nova coleção da estilista Paula Raia, que escolheu uma casa meio abandonada meio encantada no Jardim Paulista para mostrar seu talento, além de um vídeo feito na região do Douro, em Portugal: tudo maravilhoso

 Mergulhei nos projetos que eu estou desenvolvendo com parceiros: me aguardem!

A JBS faz 70 anos

Não é fácil encontrar empresas de tanto sucesso como a JBS. Uma história que começou em 1953, em Anápolis, Goiás, e hoje é uma das maiores empregadoras do Brasil, com 145 mil colaboradores no país e mais de 260 mil em todo o mundo. O fundador foi José Batista Sobrinho, ou melhor, o Zé Mineiro, que começou “literalmente do nada e com poucos recursos”, como contou seu filho Wesley Batista durante o evento que marcou o início das comemorações desta data tão especial, realizado em agosto na sede da empresa em São Paulo. O segredo para a longevidade? Comprometimento, disciplina e constância. “Ao longo da minha vida, aprendi que, para a gente ir em frente, é preciso ser diferente. Por isso, sempre me dediquei ao máximo para entregar os melhores resultados para meus clientes, e é esse o legado que quero deixar para nossos colaboradores e companheiros”, contou o fundador. Hoje, a JBS produz alimentos que chegam à casa da gente todos os dias, como carne bovina, aves, salmão e plant-based, e que saem de 400 unidades de produção espalhadas por 24 países.