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Enquanto aqui a gente está cuidando da alimentação e fazendo atividade física, tem gente no Vale do Silício levando os estudos sobre o futuro da longevidade para outro patamar. Muito tem se falado do empresário de tecnologia Bryan Johnson, de 46 anos. Ele criou um projeto chamado Blueprint, um sistema de extensão de vida que terceiriza as decisões sobre o nosso corpo para uma equipe de médicos. Isso inclui todas as nossas informações em uma base de dados de inteligência artificial, que tem como único foco nos manter jovens por mais tempo. Esse programa não tem comprovação científica e dita as próprias regras – o próprio Bryan já está testando. O resultado por enquanto? Uma vida cheia de restrições e 111 comprimidos por dia. Nesse mundo louco onde a inteligência artificial ganha cada vez mais espaço, eu pergunto: o que vocês acham disso? Querem alongar a vida dessa maneira? Parei aqui para refletir e confesso que prefiro ir pelo caminho tradicional. E que seja bom enquanto dure.

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